Consolidar com eficácia é amar vidas

Em primeiro lugar precisamos entender o que é consolidar: é ter zelo com o novo crente, é firmá-lo em Cristo. Precisamos segurar, reter esta visão, que é fazer de cada novo convertido um líder de êxito. Deus colocou uma grande responsabilidade sobre nós pela consolidação. Temos que orar, zelar, amar, cuidar da consolidação; ter carga de responsabilidade pessoal por ela.

Se não consolidarmos, não vamos crescer. Precisamos assumir a consolidação dentro de nós. Fazer isso é um ato de pagar um preço pelas vidas e pelo nosso crescimento ministerial. Quando consolidamos com eficácia, não conseguimos mais parar, porque a consolidação passa a viver dentro de nós e passamos a viver a consolidação. Isto está relacionado intimamente com o amor pelas vidas. Se amamos as pessoas, vamos amar a consolidação. Quem mede o amor de seus discípulos por vidas observa se eles estão envolvidos na consolidação, se estão interessados em pegar novas fichas, se estão sempre na escala de consolidação da sua Rede, se buscam estratégias de evangelismo.

Em Mateus 4:18-22 vemos que Jesus levantou uma equipe que sabia usar as redes. Deus te dará uma equipe de pescadores. Qual a estratégia da multiplicação? Saber usar as redes, querer uma pescaria milagrosa. Projetar uma grande pescaria fala de uma equipe que sabe ganhar com eficácia, que é o lançar as redes. Quando Jesus se depara com o seu primeiro grupo que iria formar os 12, eles estavam lançando as redes. Eram grandes pescadores. Esta é a primeira estratégia da multiplicação: uma equipe que sabe ganhar através do evangelismo individual, em eventos de colheita.

O segundo grupo tem uma característica especial. Eles consertavam as redes. Precisamos fazer isso para não perdermos as vidas. Consertar as redes demanda tempo, atenção, maturidade e responsabilidade. João 4:35 fala que os campos estão brancos para a ceifa. É tempo de multiplicação. Vamos consertar e lançar as redes, para vermos o milagre da multiplicação e nenhum fruto se perdendo. Lucas 5:5 diz: "sob a tua palavra lançarei a rede". Para isto você precisa de três coisas: fé, que é o mover sobrenatural de Deus; ousadia, que é não ter medo dos contra-ataques do diabo; e ação, que é não ter medo de trabalhar, trabalhar e trabalhar, até que as nações conheçam o poder do Evangelho. Estes três requisitos vão atrair o milagre da multiplicação e você fará uma pescaria milagrosa.

Que você possa receber uma unção para consolidar a sua vizinhança, o seu bairro, a sua escola, faculdade, trabalho, a sua cidade, até que você olhe à sua volta e veja uma multidão transformada em líderes de êxito, que conquistam os confins da Terra, ganhando e consolidando.

A consolidação e a guerra espiritual

"E Ele nos tirou do império das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor...
Fomos arrancados das trevas para a Sua maravilhosa luz" (Cl. 1:13 e II Pe 2:10)

Quando falamos da consolidação estamos declarando uma guerra em vários níveis, e temos que estar preparados para enfrentar tipos de demônios, principados e potestades. As pessoas antes de fazerem um pacto com Jesus já chegam alcançadas pelas trevas, trazendo consigo vários tipos de marcas herdadas dos seus antepassados; principalmente na cultura dos povos pagãos. Para essas pessoas saírem dessas amarras, teremos que entrar numa guerra sem proporções, dependendo do nível de comprometimento de cada indivíduo.

Como vencer essa Guerra?!

Toda estratégia deverá ser, a priori, estudada e analisada sua possibilidade de execução. O nosso problema é que as pessoas que estão na linha de frente muitas vezes têm argumentos na sua vida espiritual e querem enfrentar demônios se esquecendo que existem portas do inferno que estão aprisionando essas vidas, as quais não têm forças em si mesmas para romper essas cadeias. Mas, Jesus disse: "... edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt. 16:18).

1. Mantendo a santidade
A maior arma para vencer o inimigo é a nossa santidade diante de Deus. O inimigo não suporta o trono do Pai, e quando estamos bem com Deus no mundo espiritual estamos diante d'Ele, então esse selo é uma ameaça suficiente para que o inimigo não permaneça diante de nós e bata em retirada.

Sem santidade ninguém verá a Deus, logo, com santidade todos verão a Deus. O que observamos é que algumas pessoas não têm velado por essa comunhão e facilmente negociam com o inimigo. O preço da nossa santidade já foi pago na cruz. Agora, abdicar dos desejos da carne (SARKÖS) para vivermos na presença d'Ele é uma guerra constante.

Existe uma promessa do Pai que devemos nos apropriar dela: "Sede santos assim como EU sou Santo, diz o Senhor". Deus quer que sejamos segundo a imagem que Ele nos criou. Essa imagem fala de uma restauração de princípios na nossa vida. Quando as pessoas vêm para Jesus, vêm com a auto imagem dilacerada, com os conceitos éticos morais invertidos e vão precisar de uma vida nova, a qual a Bíblia chama "novo nascimento" ou "novidade de vida". Porém, se não entrarmos nessa guerra formaremos um religioso e não geraremos um discípulo. Para arrancar as imagens distorcidas e plantar a santidade vamos gastar tempo no discipulado, depois disso não existe êxito maior, faça do seu discípulo a pessoa mais santa da terra.

2. Conservando a linguagem (Tito 2:8)
Uma unidade de linguagem traz para o plano físico tudo quanto desejarmos, que já está pronto no mundo espiritual (Ef. 1:3-4). "Se duas pessoas na terra concordarem acerca de qualquer coisa, lhe será concedido pelo meu Pai que está nos céus" (Mt. 18:19). Quando não há concordância, reforçamos o desejo do inimigo, pois uma casa de opinião dividida cairá. Se dois não concordam, como podem caminhar juntos? (Am. 3:3). A Bíblia não nos apóia a caminhar com pessoas que não sustentam a linguagem de concordância.

Quando Isaías estava na presença do Senhor não sabia orar, falar, se expressar, abrir o coração nem confessar as suas culpas (pecados). Isaías estava diante de Deus como intercessor da nação, porém já havia absorvido o costume e linguagem do povo pagão. É fácil demais estarmos contaminados, o difícil é mantermos a santidade. Quando Isaías chegou diante de Deus havia perdido a visão profética e absorvido a linguagem do povo. Porém, Deus não se comunica com ele. Por quê? Porque Deus só mantém a comunicação com aqueles que sustentam a sua linguagem (Is. 6).

Quando Isaías se arrepende e confessa suas culpas, Deus lhe confia a grande missão de ir e consolidar o povo. Deus vai consolidar o povo através de nós! Ainda que na Terra os homens se esqueçam, Deus manterá firme diante do Seu trono a promessa e preservação da linguagem. "Santo, Santo, Santo, é o Senhor dos Exércitos, toda a Terra está cheia da Sua glória". Quando nós entendemos sobre guerra espiritual, não nos associamos com a linguagem enferma do povo, mas preservamos a linguagem profética. Quer consolidar com êxito? Ignore o que o povo fala e afirme o que a Bíblia diz.

Quando há concordância as coisas fluem mais rápido. Nós estamos falando de resgate de vidas, então precisamos concordar em entrar nessa guerra e libertar as pessoas que estão aprisionadas pelo diabo. Devemos fazer guerra contra as trevas, não um contra o outro. Quando os Serafins proclamaram a santidade de Deus diante de Isaías, que pensou que iria morrer por ser pecador e tinha visto a Deus, o que mais nos chama a atenção é a afirmação de "Santo, Santo, Santo, é o Senhor dos EXÉRCITOS!!!" Até no trono de Deus para se manter a santidade é uma guerra, por isso Satanás não venceu a Deus, porque além do Senhor ser Santo, é Guerreiro.

Para mantermos a nossa santidade vamos estar em uma constante guerra, se no trono de Deus Ele se apresenta pelos Serafins como um Deus de Guerra, imaginem como se apresentará para que as vidas saiam das trevas e se tornem santuário de Deus! E nós, como filhos, para preservarmos a nossa santidade, não podemos deixar de lado o que o Senhor tem nos entregado: a unção para vencermos demônios, principados, potestades, o homem forte da cidade, organizações da maldade, e soltarmos as vidas que estão ainda nas mãos do inimigo.

Se uma vida vale mais que todo o universo, quero lhe alertar que você já se inteirou dessa revelação. Porém, as pessoas vivem desprezadas e desacreditadas, achando que suas vidas não têm jeito. Por isso, devemos entrar em uma só linguagem de concordância e vencermos essa guerra libertando os cativos das mãos do inimigo (Mt. 18:15-18).

3. Conservando o relacionamento
O relacionamento é uma das dádivas dos céus, revelada aos filhos de Deus, que as trevas não têm. Quando falamos de relacionamento estamos querendo enfocar a unidade de propósito. Quando as pessoas se relacionam devem ter unidade em um objetivo. A unidade nos dá um só coração, um só sentimento, uma só meta. Então, se houver esse relacionamento e a unidade vier, nenhuma vida ficará nas mãos do inimigo, pois na unidade os milagres, sinais, prodígios, maravilhas e todo suprimento de necessidades se manifestam (At. 4:32-36).

As pessoas chegam na igreja de Jesus por uma célula, pelas redes, macro-células, cultos principais ou evangelismo pessoal, porém, em sua grande maioria, traumatizadas com o passado, com relacionamentos fracassados, desacreditadas de tudo e de todos; elas querem uma outra maneira de viver. Temos como dar esperança para essas pessoas? Sim! Então sabemos que precisamos vencer muitas dificuldades interiores em nós mesmos, pois o nosso testemunho não tem sido aprovado em muitos aspectos. A colheita consolidadora virá mediante o nosso testemunho. Aí, consolidaremos desde Samaria até os confins da terra (At. 1:8).

Devemos nos submeter ao Espírito Santo para que Ele traga libertação e cura, e vejamos que o Senhor nos deu como filhos um só coração. Precisamos nos desarmar de nós mesmos e nos enchermos do Senhor. Quando a unidade se manifestar todos vão crer que Jesus é o Senhor (Jo. 17:23)
A humanidade permitiu a iniqüidade no seu coração (Ez. 28). Este é um dos fatores porque o homem está precisando urgentemente de ajuda. O homem moderno tem absorvido conceitos profanos e heranças malignas por intermédio dos meios de comunicação mais diversos e devassos possíveis, e se aliou com o império de trevas. O que nós podemos fazer nesse processo? Desatar as vidas que estão amarradas e perderam a mobilidade. O que notamos é que a Bíblia declara que essa geração seria cheia de conflitos e argumentos espirituais e que essa geração só seria conquistada por orações e jejuns. Até que o NOIVO (Messias Jesus) volte, devemos jejuar (Mt. 9:15).

Essa geração perdeu toda a referência de relacionamento. Muitos são egoístas e outros egocêntricos, dificultam relacionamento e são ensimesmados. Essa geração tem medo de entregar o coração e ser traída como tantos relatórios negativos que pautam a sua história, então precisamos ser tratados e bem adestrados para responder como convém e dar uma nova alternativa de vida para eles, isso já sendo realidade na nossa vida pessoal. Jesus é o amigo melhor: "Tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer" (Jo. 15:15).
Para termos esse referencial de amigos, precisamos que pessoas nos ensinem pelo discipulado como galgar tamanha honra. A consolidação é a porta de entrada, porém, antes desse processo se manifestar, devemos ministrar libertação e cura. Esse processo de guerra é demasiadamente difícil, pois existem portas espirituais que fecharam vidas e só a autoridade espiritual poderá quebrar esse grilhões. Como vencer essas dificuldades?

3.1 - Reconhecer que essa geração jaz no maligno (1Jo. 5:19). A geração sem Deus está debaixo de um controle espiritual maligno e devemos vencer o principado que atua em cada vida.

3.2 - Reconhecer que essa geração é perversa (At. 2:40). O termo no original dá idéia de imoralidade e perversão, o controle de Jezabel sobre as vidas, a manipulação e a desordem, a mistura do sagrado com o profano. São cadeias espirituais que precisam ser quebradas.

3.3 - Reconhecer que a geração perdeu o entendimento (2Co. 4:4). O entendimento fala de visão. O inimigo cegou o entendimento para não resplandecer a luz do evangelho de Cristo. Ou seja, a manifestação da unção do Cristo é suficiente para que o nosso entendimento se abra e a cegueira se vá. Estamos vivendo dias tenebrosos, e o estarrecedor é que pessoas que são cultas, de nível intelectual inquestionável, com as faculdades mentais em ordem, estão plenamente amarradas nas questões espirituais, vivendo de fábulas de velhas, presas à idolatria e feitiçarias, aliadas ao império das trevas. Isso prova que a libertação espiritual independe do nível intelectivo (1Tm. 4:7 e Gl. 5:19-21).

3.4 - Reconhecer que a geração está demonizada e endemoninhada (Mt. 12:45). A nossa função no processo da consolidação está por demais responsabilizada. Observe que segundo o conceito de Jesus nós vamos enfrentar uma geração oito vezes mais possessa. Então, para arrancar uma vida desse império de trevas vamos precisar de um preparo sobrenatural, pois o inimigo não vai soltar as vidas facilmente. Então, esse tempo é de grande luta espiritual, pois se não estivermos preparados para essa batalha não vamos obter sucesso.

A batalha espiritual para conquistar e consolidar vidas está diante de cada um de nós, tanto daqueles que são mais experientes quanto dos recém chegados. O que nós precisamos entender é que o mundo espiritual é tão ou quase mais real para nós que o mundo físico. Por isso, precisamos nos preparar com todas as armas necessárias para que as vidas estejam bem firmadas nas mãos do Mestre. Vamos criar garras, cimentar com eficácia, vamos aprender a entrar no mundo espiritual para soltarmos as vidas que estão nas mãos do inimigo. Precisamos entender que sem guerra espiritual a consolidação não terá o êxito que esperamos.

A consolidação e a guerra espiritual

"E Ele nos tirou do império das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor...
Fomos arrancados das trevas para a Sua maravilhosa luz" (Cl. 1:13 e II Pe 2:10)

Quando falamos da consolidação estamos declarando uma guerra em vários níveis, e temos que estar preparados para enfrentar tipos de demônios, principados e potestades. As pessoas antes de fazerem um pacto com Jesus já chegam alcançadas pelas trevas, trazendo consigo vários tipos de marcas herdadas dos seus antepassados; principalmente na cultura dos povos pagãos. Para essas pessoas saírem dessas amarras, teremos que entrar numa guerra sem proporções, dependendo do nível de comprometimento de cada indivíduo.

Como vencer essa Guerra?!

Toda estratégia deverá ser, a priori, estudada e analisada sua possibilidade de execução. O nosso problema é que as pessoas que estão na linha de frente muitas vezes têm argumentos na sua vida espiritual e querem enfrentar demônios se esquecendo que existem portas do inferno que estão aprisionando essas vidas, as quais não têm forças em si mesmas para romper essas cadeias. Mas, Jesus disse: "... edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (Mt. 16:18).

1. Mantendo a santidade
A maior arma para vencer o inimigo é a nossa santidade diante de Deus. O inimigo não suporta o trono do Pai, e quando estamos bem com Deus no mundo espiritual estamos diante d'Ele, então esse selo é uma ameaça suficiente para que o inimigo não permaneça diante de nós e bata em retirada.

Sem santidade ninguém verá a Deus, logo, com santidade todos verão a Deus. O que observamos é que algumas pessoas não têm velado por essa comunhão e facilmente negociam com o inimigo. O preço da nossa santidade já foi pago na cruz. Agora, abdicar dos desejos da carne (SARKÖS) para vivermos na presença d'Ele é uma guerra constante.

Existe uma promessa do Pai que devemos nos apropriar dela: "Sede santos assim como EU sou Santo, diz o Senhor". Deus quer que sejamos segundo a imagem que Ele nos criou. Essa imagem fala de uma restauração de princípios na nossa vida. Quando as pessoas vêm para Jesus, vêm com a auto imagem dilacerada, com os conceitos éticos morais invertidos e vão precisar de uma vida nova, a qual a Bíblia chama "novo nascimento" ou "novidade de vida". Porém, se não entrarmos nessa guerra formaremos um religioso e não geraremos um discípulo. Para arrancar as imagens distorcidas e plantar a santidade vamos gastar tempo no discipulado, depois disso não existe êxito maior, faça do seu discípulo a pessoa mais santa da terra.

2. Conservando a linguagem (Tito 2:8)
Uma unidade de linguagem traz para o plano físico tudo quanto desejarmos, que já está pronto no mundo espiritual (Ef. 1:3-4). "Se duas pessoas na terra concordarem acerca de qualquer coisa, lhe será concedido pelo meu Pai que está nos céus" (Mt. 18:19). Quando não há concordância, reforçamos o desejo do inimigo, pois uma casa de opinião dividida cairá. Se dois não concordam, como podem caminhar juntos? (Am. 3:3). A Bíblia não nos apóia a caminhar com pessoas que não sustentam a linguagem de concordância.

Quando Isaías estava na presença do Senhor não sabia orar, falar, se expressar, abrir o coração nem confessar as suas culpas (pecados). Isaías estava diante de Deus como intercessor da nação, porém já havia absorvido o costume e linguagem do povo pagão. É fácil demais estarmos contaminados, o difícil é mantermos a santidade. Quando Isaías chegou diante de Deus havia perdido a visão profética e absorvido a linguagem do povo. Porém, Deus não se comunica com ele. Por quê? Porque Deus só mantém a comunicação com aqueles que sustentam a sua linguagem (Is. 6).

Quando Isaías se arrepende e confessa suas culpas, Deus lhe confia a grande missão de ir e consolidar o povo. Deus vai consolidar o povo através de nós! Ainda que na Terra os homens se esqueçam, Deus manterá firme diante do Seu trono a promessa e preservação da linguagem. "Santo, Santo, Santo, é o Senhor dos Exércitos, toda a Terra está cheia da Sua glória". Quando nós entendemos sobre guerra espiritual, não nos associamos com a linguagem enferma do povo, mas preservamos a linguagem profética. Quer consolidar com êxito? Ignore o que o povo fala e afirme o que a Bíblia diz.

Quando há concordância as coisas fluem mais rápido. Nós estamos falando de resgate de vidas, então precisamos concordar em entrar nessa guerra e libertar as pessoas que estão aprisionadas pelo diabo. Devemos fazer guerra contra as trevas, não um contra o outro. Quando os Serafins proclamaram a santidade de Deus diante de Isaías, que pensou que iria morrer por ser pecador e tinha visto a Deus, o que mais nos chama a atenção é a afirmação de "Santo, Santo, Santo, é o Senhor dos EXÉRCITOS!!!" Até no trono de Deus para se manter a santidade é uma guerra, por isso Satanás não venceu a Deus, porque além do Senhor ser Santo, é Guerreiro.

Para mantermos a nossa santidade vamos estar em uma constante guerra, se no trono de Deus Ele se apresenta pelos Serafins como um Deus de Guerra, imaginem como se apresentará para que as vidas saiam das trevas e se tornem santuário de Deus! E nós, como filhos, para preservarmos a nossa santidade, não podemos deixar de lado o que o Senhor tem nos entregado: a unção para vencermos demônios, principados, potestades, o homem forte da cidade, organizações da maldade, e soltarmos as vidas que estão ainda nas mãos do inimigo.

Se uma vida vale mais que todo o universo, quero lhe alertar que você já se inteirou dessa revelação. Porém, as pessoas vivem desprezadas e desacreditadas, achando que suas vidas não têm jeito. Por isso, devemos entrar em uma só linguagem de concordância e vencermos essa guerra libertando os cativos das mãos do inimigo (Mt. 18:15-18).

3. Conservando o relacionamento
O relacionamento é uma das dádivas dos céus, revelada aos filhos de Deus, que as trevas não têm. Quando falamos de relacionamento estamos querendo enfocar a unidade de propósito. Quando as pessoas se relacionam devem ter unidade em um objetivo. A unidade nos dá um só coração, um só sentimento, uma só meta. Então, se houver esse relacionamento e a unidade vier, nenhuma vida ficará nas mãos do inimigo, pois na unidade os milagres, sinais, prodígios, maravilhas e todo suprimento de necessidades se manifestam (At. 4:32-36).

As pessoas chegam na igreja de Jesus por uma célula, pelas redes, macro-células, cultos principais ou evangelismo pessoal, porém, em sua grande maioria, traumatizadas com o passado, com relacionamentos fracassados, desacreditadas de tudo e de todos; elas querem uma outra maneira de viver. Temos como dar esperança para essas pessoas? Sim! Então sabemos que precisamos vencer muitas dificuldades interiores em nós mesmos, pois o nosso testemunho não tem sido aprovado em muitos aspectos. A colheita consolidadora virá mediante o nosso testemunho. Aí, consolidaremos desde Samaria até os confins da terra (At. 1:8).

Devemos nos submeter ao Espírito Santo para que Ele traga libertação e cura, e vejamos que o Senhor nos deu como filhos um só coração. Precisamos nos desarmar de nós mesmos e nos enchermos do Senhor. Quando a unidade se manifestar todos vão crer que Jesus é o Senhor (Jo. 17:23)
A humanidade permitiu a iniqüidade no seu coração (Ez. 28). Este é um dos fatores porque o homem está precisando urgentemente de ajuda. O homem moderno tem absorvido conceitos profanos e heranças malignas por intermédio dos meios de comunicação mais diversos e devassos possíveis, e se aliou com o império de trevas. O que nós podemos fazer nesse processo? Desatar as vidas que estão amarradas e perderam a mobilidade. O que notamos é que a Bíblia declara que essa geração seria cheia de conflitos e argumentos espirituais e que essa geração só seria conquistada por orações e jejuns. Até que o NOIVO (Messias Jesus) volte, devemos jejuar (Mt. 9:15).

Essa geração perdeu toda a referência de relacionamento. Muitos são egoístas e outros egocêntricos, dificultam relacionamento e são ensimesmados. Essa geração tem medo de entregar o coração e ser traída como tantos relatórios negativos que pautam a sua história, então precisamos ser tratados e bem adestrados para responder como convém e dar uma nova alternativa de vida para eles, isso já sendo realidade na nossa vida pessoal. Jesus é o amigo melhor: "Tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer" (Jo. 15:15).
Para termos esse referencial de amigos, precisamos que pessoas nos ensinem pelo discipulado como galgar tamanha honra. A consolidação é a porta de entrada, porém, antes desse processo se manifestar, devemos ministrar libertação e cura. Esse processo de guerra é demasiadamente difícil, pois existem portas espirituais que fecharam vidas e só a autoridade espiritual poderá quebrar esse grilhões. Como vencer essas dificuldades?

3.1 - Reconhecer que essa geração jaz no maligno (1Jo. 5:19). A geração sem Deus está debaixo de um controle espiritual maligno e devemos vencer o principado que atua em cada vida.

3.2 - Reconhecer que essa geração é perversa (At. 2:40). O termo no original dá idéia de imoralidade e perversão, o controle de Jezabel sobre as vidas, a manipulação e a desordem, a mistura do sagrado com o profano. São cadeias espirituais que precisam ser quebradas.

3.3 - Reconhecer que a geração perdeu o entendimento (2Co. 4:4). O entendimento fala de visão. O inimigo cegou o entendimento para não resplandecer a luz do evangelho de Cristo. Ou seja, a manifestação da unção do Cristo é suficiente para que o nosso entendimento se abra e a cegueira se vá. Estamos vivendo dias tenebrosos, e o estarrecedor é que pessoas que são cultas, de nível intelectual inquestionável, com as faculdades mentais em ordem, estão plenamente amarradas nas questões espirituais, vivendo de fábulas de velhas, presas à idolatria e feitiçarias, aliadas ao império das trevas. Isso prova que a libertação espiritual independe do nível intelectivo (1Tm. 4:7 e Gl. 5:19-21).

3.4 - Reconhecer que a geração está demonizada e endemoninhada (Mt. 12:45). A nossa função no processo da consolidação está por demais responsabilizada. Observe que segundo o conceito de Jesus nós vamos enfrentar uma geração oito vezes mais possessa. Então, para arrancar uma vida desse império de trevas vamos precisar de um preparo sobrenatural, pois o inimigo não vai soltar as vidas facilmente. Então, esse tempo é de grande luta espiritual, pois se não estivermos preparados para essa batalha não vamos obter sucesso.

A batalha espiritual para conquistar e consolidar vidas está diante de cada um de nós, tanto daqueles que são mais experientes quanto dos recém chegados. O que nós precisamos entender é que o mundo espiritual é tão ou quase mais real para nós que o mundo físico. Por isso, precisamos nos preparar com todas as armas necessárias para que as vidas estejam bem firmadas nas mãos do Mestre. Vamos criar garras, cimentar com eficácia, vamos aprender a entrar no mundo espiritual para soltarmos as vidas que estão nas mãos do inimigo. Precisamos entender que sem guerra espiritual a consolidação não terá o êxito que esperamos.

Consolidação - Processo contínuo de conquistas

Como ter o modelo da Visão? Como fazer discípulos? Simples: Consolidando-os.

Fazer discípulos é uma bênção, mas também é uma grande responsabilidade! Demanda tempo e sensibilidade para descobrir as necessidades de cada um e saber como lidar com elas. E isso é um processo contínuo até que Cristo seja formado neles!

Fazer discípulos além de ser um privilégio, é também uma responsabilidade. Alguns aspectos importantes neste processo:

1. Cobertura
Os discípulos são protegidos pelo líder, que ao mesmo tempo recebe deles proteção e vida.

2. Amadurecimento
Os discípulos são instrumentos de Deus, pedras que o líder recebeu para lapidá-las e ser lapidado, sendo este líder alcançado em áreas que jamais imaginou e fortalecido no seu caráter.

3. Multiplicação
Com o discípulo consolidado, fazê-lo líder e multiplicador será algo comum e contínuo, pois toda pedra bem lapidada produz beleza e brilho intenso.

4. Conquista de novos territórios
Quem tem cobertura, maturidade e multiplicação tem necessariamente um avanço de territórios que começou dentro de cada indivíduo para se materializar no governo estabelecido. Quando os meus discípulos estão conquistados por dentro (e isso veio pela consolidação contínua) eles conquistarão o que está por fora (novos territórios).

Em síntese, o fazer discípulos só será estabelecido cem por cento quando a consolidação que pratico neles causar uma mudança positiva e real em seu estilo de vida e os levar a uma consciência contínua e prática da sua função de agente modificador e representante legal do Reino dos Céus em nossa sociedade, estabelecendo este Reino, cumprindo assim a grande comissão.

Estratégias para uma consolidação eficaz

CONSOLIDAR

O processo da consolidação é que fecha a porta dos fundos da igreja, onde, os novos convertidos saiam e não mais voltavam. É um processo para reter os frutos.

A consolidação é o verdadeiro pastoreio, é o cuidado pelos pequeninos que o Senhor nos entregou para zelar. Sem amor não há consolidação.

Consolidação é atenção, zelo, acompanhamento através de um discipulado competente nos primeiros meses de conversão.

Este ministério deverá ser liderado por um casal da igreja, que tenha um verdadeiro amor por vidas. E, este casal deverá montar e preparar uma equipe de trabalho para desenvolver estratégias de consolidação.

A equipe é responsável em acompanhar a todos os novos convertidos, até que estes estejam freqüentando uma célula ou pequeno grupo, e também encaminhá-lo a Escola Bíblica (Classe de Adoção) até que sejam matriculados na Escola de Líderes, inclusive passando pelo batismo nas águas.

Este ministério deverá ser uniformizado para trabalhar no templo, nas celebrações e serão àqueles que estarão abordando e assistindo os visitantes que entram em nosso templo.

Quem se prepara melhor, salta mais alto. Na visão celular precisamos estar preparados.

Só há festa no céu quando há choro de bebê no berçário da igreja (salvação).

Passos para uma consolidação eficaz:
Assim que o novo convertido aceita a Jesus e passa pela verificação da entrega e conversão, feita na sala de consolidação no templo, ele recebe uma literatura específica, podendo ser o livreto Bem-vindo à Família de Deus, ou outro que seja adequado.

Deverá ser preenchida a ficha de consolidação ( modelo), com muito zelo e carinho, pois, trata-se da certidão de nascimento do novo convertido.

E, em vinte e quatro horas o ministério de consolidação deverá entrar em contato por telefone, fazendo a fonovisita. Podendo inclusive utilizar um serviço de telemensagem, enviando uma mensagem específica.



Em uma semana o novo convertido deverá receber uma visita feita pelo ministério de consolidação, de preferência junto com o líder de células que irá acompanhá-lo.

Agora, o novo convertido deverá ser acomodado em uma célula, onde será acompanhado.

Em uma célula ele participará de todas as atividades: reuniões semanais, atividades sociais, será visitado, acompanhado por telefone e também pessoalmente, assistido em suas dificuldades e inquietações e desafios.



Durante as 6 primeiras semanas da conversão a equipe de consolidação de templo encaminha uma carta semanal (06 cartas no total) que contem uma confirmação da decisão feita por ele e outras considerações importantes para a nova vida em Cristo.

modelo 1

modelo 2

modelo 3

modelo 4

modelo 5

modelo 6


Deverá também receber o discipulado pessoal, através do estudo da Palavra, em um encontro semanal, por pelo menos uma hora. O material sugerido é uma série de três revistas de discipulado intitulada “Jesus – O Caminho” do Projeto Vida Discipular, tel: (19) 3255-1758 ou 3252-9186. E, também o material da Cruzada Estudantil - "Passos básicos para a maturidade cristã" (www.cepc.org.br).

Após a percepção de que o novo convertido já foi firmado no Reino de Deus e já dá mostras de verdadeira conversão, deverá ser encaminhado para o Pré-encontro, Encontro e Pós-encontro.

Adquira já nosso material completo para Jovens e Adultos.

Pré-Encontro
Pré-encontro não é regra, é uma necessidade. E, deverá ser tratado com muito cuidado e competência.
A sala deverá ser preparada adequadamente, ornamentada com cartazes, bolas ou outros motivos que possam dar um ambiente de alegria e festa.
Os ministrantes deverão ser os pastores da igreja ou a sua equipe de liderança.

Ao final de cada palestra deverá ser ministrado a unção sobre os discípulos, orando por eles.

O êxito no encontro, e, demais fases da visão depende de um pré-encontro bem feito. Três pontos importantes devemos considerar:
Confirmação
Preparação
Conscientização – De que está vivendo um tempo diferente.

Encontro
“A vida de todo ser humano depende de um encontro. Há encontros que alegram, outros que entristecem; mas ter um encontro com a revelação da cruz é a experiência mais gloriosa que uma pessoa possa alcançar. Quando isto acontece, a mudança é radical e abrange todos os aspectos da vida.

Possivelmente alguns pensarão que estou me referindo à profissão de fé a que fazemos quando conhecemos o Senhor Jesus, mas me permita dizer que a revelação da Cruz é um passo mais à frente. Somente através dela podemos conhecer Jesus no momento de Seu quebrantamento. Ele não poderá revelar-nos Suas bênçãos, se primeiro não formos confrontados nos diferentes aspectos da crucificação.” (Pr. César Castellanos – livro “Revelação da cruz”).

Propósitos do encontro:
Separar-se, parar, retirar-se para ter um encontro com Jesus.
Que conheçam a pessoa de Jesus Cristo – Ex. Mulher Samaritana – João 4.
Para que Jesus também se encontre com a pessoa
Levá-los a provar o poder transformador do Espírito Santo
Para acelerar o processo de crescimento espiritual – três dias equivalem a um ano de freqüência à igreja – Ex. Paulo
Para dar início ao processo de multiplicação – Ex. Jacó.
Para confronto dos velhos valores, com os novos valores cristãos.
Para experiência de um profundo arrependimento e purificação de pecados – Is 6 (Conforme Jo 1.18, 12.41)
Para uma experiência de perdão.

O encontro deverá ser ministrado por líderes que tenham verdadeiramente as suas vidas transformadas pelo poder da Cruz de Cristo, e, que tenham respaldo, isto é, frutos no ministério e na família.

Deverá ser cercado por uma preparação criteriosa em jejuns, orações e preparação logística.

Deverá contar com uma equipe de encontreiros que amem os novos convertidos e queiram servir ao Reino de Deus e tenham uma vida santa. E, de preferência que sejam líderes de células frutíferos.

Pós-Encontro
O pós-encontro pode ser uma porta de entrada ou de saída para o novo discípulo.

Deverá ser ministrado com muito zelo e qualidade, visando dar continuidade ao que o novo discípulo recebeu no encontro.

Objetivos do Pós-Encontro
Ensinar ao novo discípulo lidar com os contra-ataques de satanás.
Ensiná-lo a se relacionar com o mundo, amigos, problemas, desafios, etc.
Ensiná-lo a vencer a tentação, pecado, carne, mundo, diabo.

A estrutura do Pós-encontro
Lugar: templo ou célula
Professores: pastores ou líderes
Material didático: Apostila completa que pode ser adquirida CLIQUE AQUI, livro “Afirmando os Meus Passos – para os jovens, de autoria de Cláudia Fajardo ou ainda o livro “Pós-Encontro” de autoria do Pr. César Castellanos, para adultos.

Estratégias para um Pós-Encontro de êxito
Tenha um coordenador
Treine e qualifique a equipe
Selecione os melhores mestres
Cuide da atmosfera espiritual
Prepare o local com muito zelo, utilizando faixas, banners, bolas, etc.
Desenvolva uma boa dinâmica
Precisa ser um lugar de relacionamento

Tenha uma equipe de mestres
Que tenha real amor pelos novos discípulos
Tenha a visão de ministrar e não informar

Estabeleça uma equipe de tutores ou guardiões
Deverá ser levantado a proporção de um tutor para até sete novos discípulos. Esta equipe deverá acompanhar, de perto, os novos discípulos que vieram do encontro, visando:
Fortalecimento
Cobertura de oração
Acompanhamento individual
Incentivo a perseverar na fé
Freqüência nas ministrações


O trabalho desta equipe de tutores ou guardiões só terminará quando o aluno for matriculado na Escola de Líderes.

O que vai alimentar a Escola de Líderes é o Pós-Encontro.

CARTA 07

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CARTA 06

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